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Campanha ADOTE UM ALUNO em Paraisópolis

 

Campanha ADOTE UM ALUNO em Paraisópolis

&$&&@”!#]€\£>¥<+{O &&@. Você entende o que isso quer dizer? É assim que 12,9 milhões de brasileiros, que não tiveram a oportunidade de aprender a ler e escrever, enxergam quando estão diante de um texto. 🙁 Ajude o IEP – Instituto Escola do Povo a abrir mais vagas para mais alunos em 2017.

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Conheça o trabalho de Dona Ana, diretora da escola Homero, em Paraisópolis

Por Francisca Rodrigues para o Jornal Espaço do Povo

Esquerda: Kátia Cristina, Silvana do Carmo e Maria Márcia. Direita: Cidinha, dona Laís e dona Ana (Foto: Francisca Rodrigues)
Esquerda: Kátia Cristina, Silvana do Carmo e Maria Márcia. Direita: Cidinha, dona Laís e dona Ana (Foto: Francisca Rodrigues)

Nascida em São Paulo, em  1951,  Ana Maria Dufner Pássaro chegou em Paraisópolis em  agosto de 1997, vinte anos após a Escola Homero dos Santos Fortes ser inaugurada. Veio designada a  ser diretora da escola que,  na época, junto com a Etelvina de Goes Marcucci eram as únicas escolas da região. 

De acordo com dona Ana a quantidade de alunos já era muito grande e um dos  maiores problemas era o atendimento da demanda. “O Etelvina e o Homero não davam conta e foi uma das coisas que eu me envolvi bastante junto com o pessoal da comunidade e com a Diretoria de Ensino”. Junto com a COGESP, órgão que coordenava a escola na época,  a diretora ajudou a  identificar um terreno onde pudesse ser construído uma escola, foi quando surgiu  Maria Zilda, a terceira escola na região.
Antes de chegar na comunidade, dona Ana não conhecia o local onde iria trabalhar. Moradora do Butantã, ela saiu de uma escola onde trabalhou por 17 anos. “Foi uma saída triste para mim, porque a gente se acostuma com o local de trabalho”, comentou.  
De acordo com a diretora, após dois meses habituou-se com os alunos e com a comunidade. E, dois anos após sua chegada prestou um concurso para diretor da escola. “Eu  ingressei nessa época e tive a oportunidade de escolher. Decidi ficar aqui na comunidade, decidi ficar no Homero”.
Orgulhosa do trabalho que desenvolve junto com sua equipe, não hesita em dizer que ” a escola Homero é uma das  melhores escolas de Paraisópolis” e uma das melhores do Estado de São Paulo. “Haja visto as metas do IDESP que a gente sempre atinge e isso é motivo de orgulho para nós. Significa que nosso trabalho está surtindo os efeitos desejados. Esse trabalho sempre é calcado, ele é orientado pela Diretoria de Ensino, pelas nossas cabeças, porque ninguém trabalha sozinho no Homero” completa. 
A equipe da Escola Homero dos Santos Fortes
Toda edição o Jornal Espaço do Povo faz um recorte da história de pessoas que, de certa forma, contribuem para o  desenvolvimento da comunidade seja na educação, cultura ou saúde. Nesta edição, escolhemos falar da dona Ana, diretora da escola Homero. A nossa personagem  fez questão que sua trajetória na escola fosse contada junto com outras personagens que também fizeram a diferença no trabalho educacional em Paraisópolis.
Com o lema “Ninguém trabalha sozinho” dona Ana reuniu sua equipe, composta por mais cinco mulheres, para contar como o trabalho delas fez com que  a Escola Homero dos Santos Fortes se tornasse uma das melhores escolas públicas da região. Conheça a trajetória de cada uma delas a seguir:
Silvana do Carmo
Há  24 anos Silvana trabalha na comunidade, só de Homero tem 20. Tabalha há 26 anos no Estado, começou em Santana de Parnaíba. Quando chegou em Paraisópolis trabalhou no Homero, Maria Zilda, Etelvina e  também na Associação Crescer Sempre.
Kátia Cristina Misael Narciso
Trabalha há sete anos no Homero, está há pelo menos quatro como vice diretora da Escola da Família. Kátia também trabalhou no Maria Zilda durante dois anos. É professora efetiva,  foi convidada pela dona Ana para trabalhar na vice direção da escola. 
Maria Márcia B. Gallina
Chegou em Paraisópolis em 1993, como professora de matemática, quando o Homero ainda tinha da 5ª a 8ª série. Em 2002, se  tornou coordenadora a convite da dona Ana e desde então coordena o EFAI – Ensino Fundamental Anos Iniciais 1º ao 5º ano. 
Maria Aparecida da Silva Cidinha – 
Está em Paraisópolis desde 2002. Há 10 anos trabalha no Homero, sua relação com a comunidade começou na escola Maria Zilda, onde era professora. Desde 2004 trabalha com EJA – Educação de Jovens e Adultos.
Lair  Aparecida Dal-Ri 
Trabalha há 19 anos no Homero, é vice diretora no período da noite. Segundo ela, chegou em Paraisópolis com pouca experiência  e foi aprendendo a conhecer e a lidar com pessoas.  
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Educação

Sem ter com quem deixar os filhos, mães param de trabalhar por não conseguir vagas em creches de Paraisópolis

Publicado no Jornal Espaço do Povo 29

Captura de Tela 2014-03-14 às 08.25.53Mal começaram as aulas e muitas crianças estão fora da escola. A cada início de ano muitos pais são obrigados a parar de trabalhar porque não têm onde deixar os filhos. Em Paraisópolis, segunda maior comunidade de São Paulo, que concentra mais de 100 mil habitantes, as mães sabem muito bem o que é isso, muitas delas aguardam vagas até hoje.

Considerada por muitos como um pólo educacional pelo número de instituições municipais e estaduais, além das privadas gratuitas, como as gerenciadas pelo Mosteiro São Geraldo (Creche da Margarete e CEI Santo Estevão Rui) e a Associação Crescer Sempre, Paraisópolis ainda sofre as consequências do número crescente de crianças fora das creches e escolas, gerando não só transtornos aos pais, como também às próprias crianças, que deixam de ter acesso à educação.

Mesmo tendo dentro da comunidade uma unidade da CEI Renata Eugênia Rodrigues (Escola Anglicana), considerada uma das maiores creches do pais, responsável pelo atendimento de aproximadamente 400 crianças com idades de 0 a 3 anos, ainda faltam muitas vagas e a fila de espera para entrar nessa e nas demais instituições é longa, e pode levar muitos anos.

“Fiz a inscrição do meu filho antes dele completar dois anos. Sempre que olho a lista de cadastro ele está acima do número 200. Meu filho vai completar três anos e até agora ainda não saiu a vaga”, afirmou Luzia Rosa, 27.

Embora o número de creches e escolas seja considerável na comunidade, é importante destacar que ainda não é suficiente, já que o número de crianças é superior ao de vagas oferecidas. Não é difícil encontrar mães e pais que estão a procura de vagas até hoje, sendo que muitos deles, sem ter outra opção, têm de pagar escolas dentro ou até mesmo fora da comunidade, o que agrava mais o problema, já que, além de ter que arcar com uma mensalidade, os pais têm gastos também com o transporte escolar.

“Tenho que pagar escolinha e perua escolar porque a escola é longe. Foi o lugar mais barato que encontrei. Além dos gastos, também perco muito tempo em ter que levar e buscar meu filho, se a escola fosse na comunidade seria muito mais rápido”, explicou Luzia Rosa.

Um exemplo claro são os casos das crianças nascidas em 2011. Crianças nessa faixa de idade se deparam com uma imensa fila com mais de 400 à espera de vagas. Muitas delas já aguardam há mais de um ano, sem ao menos ter uma previsão de quando irão conseguir.

Diante disso, além de ter que arcar com os custos de uma escola particular, muitas mães ainda têm que pagar uma pessoa para cuidar da criança no contraturno escolar, como é o caso de Michele Santos, 30. “Para trabalhar eu tenho que pagar R$ 300 para alguém ficar com os meus dois filhos e mais R$ 70 do transporte escolar, isso porque a pessoa não os leva para a escola”, ressaltou.

Em outros casos, muitas mães até deixam de trabalhar, pois para muitas delas não compensa receber um salário e tirar boa parte para pagar escola particular ou até mesmo uma pessoa para cuidar da criança. É o caso de Silvana Carvalho, 37, que está sem trabalhar há mais de 3 anos por não conseguir uma vaga para a filha. Ela conta que trabalhou até os oito meses de gestação e após o nascimento da filha, como não conseguiu vaga, teve que deixar o trabalho. “Eu tenho muita dificuldade em encontrar vaga para minha filha de três anos. Ela está na lista há mais ou menos um ano e até agora estou sem trabalhar”, contou ela.

Além de ter que deixar o trabalho, Silvana ainda encontra dificuldades na hora de estudar. Mesmo sem trabalhar, conseguiu vagas em dois cursos oferecidos na comunidade, mas muitas vezes é obrigada a faltar para não deixar a filha sozinha. “Quando meu irmão está em casa, até deixo minha filha com ele, mas se ele não está, tenho que faltar no curso”, contou.

Realidade constante na vida de muitas mães da capital paulista, a falta de vagas em creches e escolas é algo alarmante. Divididas por setores, de acordo com as regiões de cada bairro, as listas de alunos que esperam uma vaga são imensas. Se comparada a listas de outros bairros, a de Paraisópolis chega a assustar. Na comunidade, um dos setores possui cerca de 400 crianças, sendo que em outras regiões o número é bem menor, como exemplo, o bairro do Campo Limpo, onde um dos setores possui apenas 41 crianças.

Diante disso, algumas perguntas não se calam: Por que ainda faltam vagas em uma comunidade que concentra aproximadamente 5 mil crianças? De quem realmente é a culpa do problema, que torna-se cada vez mais frequente? Até quando as mães terão que parar de trabalhar por não ter com quem deixar os filhos? E enfim, o que será feito para possibilitar o acesso à educação a todas essas crianças?. Essas e outras questões são levantadas diariamente pelas mães que sofrem as consequências diretas do problema, e que até agora estão sem resposta.

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Coletivo Coca-Cola chega em Paraisópolis e abre inscrições para o curso de Preparação para o Mercado de Varejo

Estão abertas as inscrições para o curso de Preparação para o Mercado de Varejo do Coletivo Coca-Cola. Jovens de 15 a 25 anos podem participar do curso desde que estejam cursando ou já tenham concluído o ensino médio.

Com duração de 2 meses, o curso oferecido pelo Coletivo Coca-Cola prepara o jovem para o mercado de trabalho com aulas sobre empregabilidade, mercado de varejo, relacionamento, palestras de profissionais de grandes empresas, simulações de dinâmicas e entrevistas,
além de encaminhar para processos seletivos de grandes redes de varejo e para a própria Coca-Cola.

As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, na sede da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP), Rua Ernest Renan, 1366 – Paraisópolis. Os interessados devem comparecer ao local munidos de RG e comprovante de residência e falar com Elizandra ou Fiama.

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Dia de Paraisópolis celebra os 30 anos da União dos Moradores

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Realizada nesta segunda-feira, 16 de setembro, a abertura oficial da 5ª Semana de Paraisópolis reuniu autoridades, lideranças comunitárias e moradores da comunidade, que comemoraram juntos a celebração dos 30 anos de fundação da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP), e também o ‘Dia de Paraisópolis’, instituído no Calendário de Datas Oficiais de São Paulo.

“A União dos Moradores nasceu do sonho de transformar a favela em bairro e construir uma ‘Nova Paraisópolis’, e agora esse sonho já começa a se tornar realidade”, se orgulha Gilson Rodrigues – Presidente da UMCP.

A festa teve início com apresentações da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, dirigida pelo maestro Paulo Rydlewski, que destacou a alegria em estar comemorando os três anos da Orquestra em uma data tão importante, e também do Ballet Paraisópolis, dirigido pela professora e bailarina Mônica Tarragó.
DSC_1476Durante as comemorações, Gilson Rodrigues – Presidente da UMCP aproveitou para anunciar o lançamento do Projeto “Paraisópolis das Artes”, que tem por objetivo promover um tour pelos principais pontos turísticos da comunidade, e anunciar também a inauguração oficial da loja Vai Voando ME LEVA QUE EU VOU.

Para comemorar o aniversário da União, um bolo de aniversário foi oferecido aos convidados, reunindo, mais uma vez, moradores, lideranças e todos os envolvidos nos 30 anos de Muita Força e União, que contou com uma apresentação da Cia de Artes Baque Bolado.

DSC_1440O Dia de Paraisópolis contou com a participação de Gilson Rodrigues – Presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP); Rejane dos Santos – Presidente da Associação das Mulheres de Paraisópolis (AMP); Simão Pedro – Secretário Municipal de Serviços; Luciana Temer – Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social; Rogério Sottili – Secretário de Direitos Humanos e Cidadania e Gabriel Medina – Coordenador de Juventude da Cidade de São Paulo.

Participaram também Adalberto Lopes – Gerente Regional do Banco Bradesco; Vagner Esteves – Gerente do Banco Bradesco; Leo Varella – Gerente do Banco do Brasil; José Alberto Callegari – Superintendente Regional do Banco do Brasil; Lucia Helena da Silva – Superintendente da Caixa Econômica Federal, regional Santo Amaro; Leandro Cera – Caixa Econômica Federal; Mário Sergio Alonso – Senai; Eliane Ottoni – Boa Vista Serviços; Rachel Braun – Diretora da Escola Visconde de Porto Seguro; Adriana Benício – Cedro do Líbano; José Bicudo – Presidente da Cia City; Daniel Jardim – representando o Senador Antônio Carlos Rodrigues; a atleta Daiane dos Santos; Carla Thomas – Gestora do CEU Paraisópolis; Sra Beth – Superintendente de Obras Sociais do Colégio Santo Américo; Margarete Negrão e Marlene Oliveira – CCT Paraisópolis; Glorialuz – Associação Crescer Sempre; Luciene Melo – Diretora da Escola Paulo Freire; Marli Martins – CRAS Campo Limpo; Sueli e Paulo Camargo – Telecentros; Maria Teresa Fedeli – Coordenadora de Projetos de Urbanização; Juliana Gonçalves – Coordenadora da Unidade Paraisópolis do Colégio Alef; Sabrina Simões e Ana Trufelli – AMA Paraisópolis; Wagner Rebehy – UTT; os artistas plásticos Berbela e Estevão; Jussara Carvalho – Escritora; Professor Sérgio Audician – Missão Boas Novas – Paraisópolis; Ilza Senna – Instituto Escola do Povo, além de representantes do veredadores Mário Covas Neto e Reis; das empresas Soma, Ecourbis, Sabesp, Eletropaulo; TIM; Instituto Grupo Pão de Açúcar; LCP Engenharia; Ilda Fiore – Confederação das Mulheres do Brasil; Lídia Correa e Amaro – Partido Pátria Livre São Paulo e membros da Subprefeitura Campo Limpo.

j IMG_1030 (32)Mais tarde, os secretários participaram de uma entrevista à Rádio Nova Paraisópolis FM, destacando os projetos e ações que serão desenvolvidos na comunidade.

O Dia de Paraisópolis faz parte da programação da 5ª Semana de Paraisópolis e conta com apoio do Programa de Ação Cultural (ProAc) Editais do Governo de São Paulo e patrocínio do Banco Bradesco e Instituto Grupo Pão de Açúcar.

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Com público variado VIII Mostra Cultural recebe a “Palavra Cantada”

IMG_0301Música, dança e arte fizeram parte da abertura da Mostra Cultural de Paraisópolis, realizada neste sábado, 14 de setembro, no CEU Paraisópolis, que reuniu moradores, autoridades e lideranças locais para prestigiar sua oitava edição. A abertura oficial da VIII Mostra Cultural de Paraisópolis foi realizada no auditório do Teatro Hebe Camargo, com apresentações da Orquestra Jovem Eszterhaza, regida por Claudio Pochi, da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis, dirigida pelo maestro Paulo Rydlewski, e do Ballet Paraisópolis, dirigido pela professora e Bailarina Monica Tarragó, que também recebeu a bailarina convidada Sofia Tarragó.

A abertura oficial foi realizada pela gestora do CEU Paraisópolis Carla Thomas e por Marlene Oliveira do CCT Paraisópolis representando a comissão da Mostra Cultural.

Gilson Rodrigues, presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP), destacou a alegria de realizar a oitava edição da Mostra Cultural e agradeceu a todos os organizadores, que contribuíram para a realização de um evento que contribui com a cultura e educação e que juntos têm o sonho de construir uma Nova Paraisópolis. “Paraisópolis é muito rica, é a Paraisópolis das artes”, finalizou.

A abertura da VIII Mostra Cultural de Paraisópolis contou com presença de Joane Vilela, Secretária Adjunta de Educação, e Alexandre Cordeiro, Coordenador Regional de Educação do Campo Limpo, além dos organizadores, curadores, gestores de entidades, moradores e artistas da comunidade.

Joane elogiou o protagonismo da comunidade de Paraisópolis. “A proposta da Prefeitura é ampliar as CEIs da comunidade beneficiando as crianças até três anos e suas famílias. E também investir na qualidade dos demais níveis de ensino”, disse. Informou também que a parceria da prefeitura com o governo federal fará de cinco CEUs, entre os quais o de Paraisópolis, polos de ensino virtual para o Brasil.

Além de exposições de trabalhos desenvolvidos por alunos das escolas da comunidade, a mostra contou também com exposições de obras de arte, música e dança, e com a participação especial da dupla Palavra Cantada, que reuniu não somente as crianças, como adultos e adolescentes que também participaram da apresentação do grupo.

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“Paraisópolis Faz História” é o tema da VIII Mostra Cultural de Paraisópolis neste sábado 14/09

Realizada anualmente, a Mostra Cultural de Paraisópolis promove encontros de formação para educadores, alunos e artistas, no período que antecede a realização do evento, além de apresentações cênicas em diferentes espaços e exposições de trabalhos artísticos e educativos desenvolvidos no decorrer do ano e este ano levadas ao público em 14 de setembro, no CEU Paraisópolis.

Ao todo, 38 oficinas de Danças Populares, Artes Visuais, Produção de Vídeos, Música e Artes Cênicas estão sendo desenvolvidas com alunos, educadores e artistas – valorizando as práticas educativas, culturais e artísticas de Paraisópolis.

A VIII Mostra Cultural de Paraisópolis, premiada no Edital do Festival de Artes do ProAC da Secretaria Estadual de Cultura/2012, tem como proponente a União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, que representa a rede formada pela organizações sociais, educativas e culturais e os artistas de Paraisópolis.

A Mostra Cultural conta com a curadoria de Diane Padial; Gilson Rodrigues e Joildo Santos, da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis; Marlene Oliveira Santos, do Mosteiro São Geraldo de São Paulo (CCT Paraisópolis); e Vanda Mafra Falcone, do Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis. Artistas, escolas municipais e estaduais, organizações sociais, culturais e educacionais da comunidade, participam da comissão organizadora.

Em sete anos de Mostra Cultural, o evento já contou com a participação de mais de 70 mil pessoas, e oferece diversas apresentações que incluem música, dança, exposições de arte e de trabalhos educativos, teatro, entre outras. Além disso, integra atividades da Semana Cultural de Paraisópolis, que irá acontecer de 14 a 22 de setembro. Todas as apresentações são gratuitas e estarão abertas à visitação.

Veja a programação completa da VIII Mostra Cultural de Paraisópolis.

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Associação das Mulheres de Paraisópolis iniciou seu 2º congresso neste sábado no CEU Paraisópolis

03Neste sábado 24 de Agosto, o CEU Paraisópolis recebeu mulheres de toda a comunidade para o 2º Congresso da Associação das Mulheres de Paraisópolis, que contou com diversos serviços por meio de ações de cidadania, além de palestras destacando o papel da mulher na sociedade, com temas que estimulam a organização política.

Os convidados foram recepcionados por um café da manhã e em seguida dirigiram-se ao Teatro Hebe Camargo, onde assistiram a uma apresentação do Ballet Paraisópolis, dirigido pela professora Monica Tarragó.

Ao início do Congresso, a Presidente da Associação das Mulheres de Paraisópolis (AMP) – Rejane dos Santos fez um discurso destacando o trabalho da associação e as conquistas vividas, “Hoje Paraisópolis é um mundo de oportunidades”, afirmou.

DSC_0435A Presidente falou sobre a alegria e realização de estar à frente do 2º Congresso das Mulheres de Paraisópolis, “É uma satisfação muito grande. Nós temos uma missão muito importante. Precisamos garantir que esses movimentos de mulheres e de ações voltadas a elas possam crescer cada vez mais. Vamos trabalhar para que tenham acesso à educação, saúde, moradia digna e que possam ser bem amparadas pela sociedade”, destacou a Presidente da AMP.

Márcia Campos – Presidente da Federação Internacional das Mulheres (FDIM) e Ilda Fiore – Confederação das Mulheres do Brasil (CMB) ministraram palestras sobre os temas “Mulher, Trabalho e Desenvolvimento” e “Mulher e Solidariedade Internacional”, com o objetivo de conscientizar as mulheres sobre o papel que elas desempenham atualmente.

Ilda Fiore destacou o avanço das mulheres na sociedade e as conquistas obtidas por meio das organizações. Comentou também sobre a luta diária das mulheres, que mesmo tendo que assumir suas famílias, não deixam de trabalhar e buscar seus objetivos.

05Participaram da abertura do Congresso, Gilson Rodrigues – Presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis (UMCP); Rejane dos Santos e Juliana Gonçalves – Presidente e ex-presidente da Associação das Mulheres de Paraisópolis; Alexandre Cordeiro – Diretor Regional de Educação; Denise Mota Dau – Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres; Carla Thomas – Gestora do CEU Paraisópolis; Andreia de Souza – do PTB Mulher; Israel Braga – Gerente Regional da Caixa Econômica Federal da Superintendência Regional Santo Amaro; Vagner Almeida – Gerente do Banco Bradesco Paraisópolis; Lídia Correia – Presidente da Federação das Mulheres Paulistas (FMP); Neusa Vicente – Grupo Harmonia e Mônica Pimenta – PPL Mulher, parceiros e moradores da comunidade.

Neste sábado, primeiro dia de Congresso, foram realizadas diversas ações para a comunidade, como, por exemplo, juizado itinerante, emissão de RG e certidão de nascimento, corte de cabelo, limpeza de pele, entre outras.

No domingo, o Congresso será reaberto com uma apresentação da Orquestra Filarmônica de Paraisópolis. Também será ministrada uma palestra sobre violência doméstica, entre outras ações. No final do dia o encerramento se dará com a apresentação da nova diretoria da Associação.

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São Paulo renova parceria com “Escola do Povo” em Paraisópolis

Do site oficial do São Paulo Futebol Clube

Clube apoia projeto de alfabetização de jovens e adultos da Comunidade de Paraisópolis

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Na tarde desta quarta-feira (14), o presidente Juvenal Juvêncio, o vice-presidente Social e de Esportes Amadores, Roberto Natel, e o diretor Financeiro, Osvaldo Vieira de Abreu, receberam o presidente da Associação dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, sr. Gilson da Cruz Rodrigues, para formalizar a renovação da parceria firmada entre o São Paulo FC e o Instituto Escola do Povo, que promove a alfabetização de jovens e adultos da Comunidade de Paraisópolis.

Sendo assim, o São Paulo FC seguirá apoiando o projeto “Escola do Povo”, mantendo uma classe destinada à alfabetização de jovens e adultos a partir dos 15 anos que vivem na região. O presidente são-paulino reafirmou a importância de o clube apoiar a educação, um dos pilares mais importantes desde os primórdios da história do Tricolor.

“A relação entre o São Paulo FC e a Comunidade de Paraisópolis, que fica próxima ao nosso Clube, já é algo bastante consolidado, inclusive porque realizamos aqui o Projeto Kiatleta, pelo qual aproximadamente 150 jovens de Paraisópolis realizam treinamento de atletismo na pista do Estádio do Morumbi e também recebem alimentação, assistência médica, odontológica e psicológica. Desde o ano passado apoiamos também a “Escola do Povo”, esse projeto de finalidade absolutamente nobre e muito bem organizado pela liderança da Comunidade de Paraisópolis, porque acreditamos que faz parte da responsabilidade social desta Instituição ajudar, dentro das suas possibilidades, projetos que tratem da educação, que é um tema fundamental que o São Paulo FC prioriza desde a sua fundação”, disse o presidente são-paulino.

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Inscrição pra Recreio nas Férias no CEU Paraisópolis estão abertas

Recreio nas Férias

A partir do dia 17 de Junho, crianças e jovens entre 4 e 14 anos que queiram aproveitar os dias de folga da sala de aula de maneira divertida podem se inscrever para as atividades do Recreio nas Férias. O evento ocorrerá entre os dias 15 e 19 de julho, com centenas de atividades esportivas e culturais. Para participar, não é preciso ser aluno de uma escola municipal, basta estar matriculado em qualquer rede de ensino.

Além da programação, refeições e lanches são servidos diariamente para os cerca de 27.000 mil participantes. Para mais informações, basta ir a uma escola municipal de sua região, que indicará o polo de atividades mais próximo. No polo, a inscrição será feita mediante a apresentação de autorização assinada pelos pais.