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Em SP, projetos sociais unificados amenizam carências

Projetos de transferência de renda beneficiam cerca de 250 mil famílias

Bruno Paes Manso, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Os quatro programas de transferência de renda em São Paulo tornaram-se o principal instrumento do Município para lidar com as distorções existentes na rede de apoio social e educacional para crianças e adolescentes. Desde que o cadastramento foi unificado pela Prefeitura, em 2006, a população dos bairros com mais moradores em situação de extrema pobreza é a mais beneficiada.

O ranking dos 209 mil receptores do Bolsa Família, do governo federal, que distribui entre R$ 140 e R$ 200 para famílias com crianças matriculadas na escola, evidencia essa realidade. O Grajaú, na zona sul, fica no primeiro lugar do ranking, com 12.452 famílias. No bairro, entre 133 mil crianças e jovens de até 18 anos, 32% estão em pobreza extrema.

No outro extremo da tabela está o Jardim Paulista, distrito onde 70% dos chefes de família ganham mais de 10 salários mínimos e só 17 famílias recebem valores do governo federal. Nos cinco distritos em que há mais beneficiados, em média, 27% dos que têm até 18 anos estão em situação de pobreza extrema. Entre os cinco menos beneficiados, não existem crianças e jovens nessa situação.

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SP tem mais serviço social em bairros ricos, diz estudo

Os dez distritos com as redes de proteção mais frágeis estão nas periferias e em lugares de pobreza extrema

Bruno Paes Manso, de O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO – Os dez distritos da cidade que oferecem mais vagas em programas sociais e educacionais para crianças e adolescentes estão nas regiões centrais e mais bem estruturadas de São Paulo. Já os dez distritos com as mais frágeis redes de proteção ficam nas periferias e concentram número elevado de crianças e jovens em condição de pobreza extrema. O ranking dos serviços no Município, obtido com exclusividade pelo Estado, foi encomendado ao Instituto Lidas pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Em primeiro lugar no ranking de atendimento ficou Moema, na zona sul. Entre os mais de 70 mil moradores da área, 53% vivem em famílias cujo chefe ganha mais de 20 salários mínimos por mês, situação que se reflete nos indicadores sociais do bairro. Perto de 70% da população teve mais de 12 anos de estudos. Das meninas com idade entre 10 e 19 anos, apenas 1,73% enfrentaram problemas de gravidez na adolescência. A taxa de homicídios no bairro, em 2006, foi de 1,5 caso por 100 mil habitantes, semelhante à de países desenvolvidos. Para cada mil crianças e adolescentes do bairro até 18 anos, 564 dispõem de vagas em diferentes serviços conduzidos pela Prefeitura e por entidades do terceiro setor – passando por vagas em creche, apoio socioeducativo, orientação sócio-familiar e medidas socioeducativas.

Os dez primeiros distritos no ranking, todos com mais de 285 vagas ofertadas para cada mil crianças e jovens de até 18 anos que vivem na região, possuem 1,5% de seus jovens em situação de pobreza extrema (seguindo os índices de vulnerabilidade social da Fundação Seade). Para se ter uma idéia da elevada concentração de serviços nessas áreas, toda a capital oferece, em média, 89 vagas para cada mil pessoas até 18 anos, enquanto 17% de seus jovens vivem em pobreza extrema.

A situação se inverte em Perus, o último colocado entre os 96 distritos, que tem dez vagas em diferentes tipos de serviços para cada mil moradores de até 18 anos ou 56 vezes menos do que o distrito de Moema. Ao mesmo tempo, 11% de seus jovens estão em situação de extrema pobreza. Em 2006, por exemplo, o índice de homicídios na região alcançou 31 casos por 100 mil habitantes, total 21 vezes maior do que em Moema. No mesmo ano, 17% das mulheres no distrito com idade entre 10 e 19 anos engravidaram.

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Todos pelo Paraisópolis

Gilson Rodrigues*

A eleição está por todos os lugares. Para qualquer canto que olhemos assistimos a um desfile de rostos, números e partidos. Na TV, rádio, ruas, feiras, com panfletos aos montes e centenas de carros de som, se misturando em nossa mente mil propostas e argumentos em busca do nosso precioso voto. Mas isso tudo nos interessa? Com tanta coisa para ocupar a cabeça vale a pena arrumar mais esta? Vale, e muito!

Votar é um ato político e transformador, para que possamos ver um outro jeito de existir o nosso Paraisópolis, devemos ter consciência e não negociar nosso voto, não nos deixar enganar com sorrisos e tapinhas nas costas, usar o nosso poder de percepção, não cair nas promessas absurdas que nunca veremos aplicadas.

O prefeito(a) e os vereadores(as) que vencerem estas eleições terão muita responsabilidade em nossas vidas nos próximos quatro anos. Morar com dignidade, vagas em escolas e creches para os nossos filhos, empregos, tudo isso está em jogo nesta eleição. Se os candidatos não se comprometerem conosco agora, não será depois de eleitos que olharão para a nossa comunidade. Procure os candidatos que melhor nos representa.

Esta é a hora exata para colocarmos em prática toda nossa exigência e consciência cidadã, votando com sabedoria e esperança de que cada vez mais tenhamos nossos direitos fundamentais garantidos.

Foi pensando nisso, que a União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis se preparou como nunca para estas eleições, com um amplo debate em nossa diretoria, consultando as entidades e os comerciantes mais ativos do Paraisópolis e realizando a primeira Conferência Livre da Juventude de Paraisópolis. Buscamos os governos estadual, federal e municipal para conhecer os seus programas e o mapa social de nossa comunidade, lançamos pontes para entidades que representam os estudantes, trabalhadores, mulheres, moradores do Morumbi e até o Jockey Clube. Chegamos as nossas três grandes bandeiras:

  1. Urbanização com garantia de moradia para todos
  2. Educação da alfabetização à universidade
  3. Qualificação e emprego com carteira assinada

Assim, pela primeira vez conseguimos inverter a conversa. Não será o Paraisópolis que apoiará um candidato a prefeito ou a vereador, mas os candidatos a prefeito e a vereador que devem apoiar o Paraisópolis. Com essa idéia em mente convidamos os candidatos a prefeito a visitarem a nossa comunidade, e recebemos Marta Suplicy, Geraldo Alckmin, Gilberto Kassab em nossa Associação. E de forma inédita, todos eles assumiram o compromisso de que se eleitos irão lutar pelas bandeiras escolhidas por nós. Da mesma forma dezenas de candidatos a vereador seguiram o mesmo caminho, e a nossa comunidade sairá dessas eleições com mais força e autoridade para exigir que os eleitos cumpram os compromissos firmados com o povo de Paraisópolis.

*Gilson Rodrigues é presidente da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis, Coordenador-geral do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos Escola do Povo, membro do Conselho Nacional de Juventude, membro do Conselho Gestor de Urbanização de Paraisópolis.

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Prêmio Dolce Vita Amigo do Morumbi 2008

Mais uma vez, as empresas e pessoas que pensam, vivem e promovem melhorias para o bairro do Morumbi serão homenageadas. O PRÊMIO DOLCE VITA AMIGO DO MORUMBI volta com a proposta de buscar e reconhecer as iniciativas aplicadas na região, que se destacam pelo conjunto de suas ações e resultados. Serão premiados Empresas e Empreendedores Sociais, seguindo os critérios do regulamento.

Site: http://www.premiodolcevita.com.br/
As inscrições vão até dia 24 de Outubro

Participe e mostre como você ajuda a fazer daqui um lugar melhor para se viver.

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Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis promove Semana de Paz

O Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis promove a Semana da Paz que ocorrerá entre os dias 15/09 e 19/09, com objetivo de discutir e sensibilizar as pessoas para Cultura da Paz. Esse ano o tema da campanha será Redescobrindo a Solidariedade, várias atividades serão realizadas com os diferentes públicos atendidos pelo PECP, bem como organizações e lideranças da comunidade.

A chamada “A gente que faz a Paz” é do movimento (www.gentequefazapaz.org) trabalho que oferece formação para agentes de paz.

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Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis promove Semana de Paz

A Semana da Paz acontecerá dos dias 15/09 à 19/09 realizada no Programa Einstein na Comunidade de Paraisópolis com objetivo de discutir e sensibilizar as pessoas para Cultura da Paz. Esse ano o tema da Campanha será Redescobrindo a Solidariedade, várias atividades serão realizadas com os diferentes públicos atendidos pelo PECP, bem como organizações e lideranças da comunidade.

A chamada “A gente que faz a Paz” é do movimento www.gentequefazapaz.org trabalho que oferece formação para agentes de paz.

 A semana tem os seguintes objetivos:

  • Ampliar as reflexões iniciadas em 2005, tendo como tema deste ano, um dos eixos da UNESCO para a Década Internacional da Promoção da Cultura de Paz e Não Violência – “Redescobrir a solidariedade”.
  • Desenvolver ações educativas como forma de prevenir e combater todo tipo de violência, exploração, crueldade, desigualdade e opressão, procurando assegurar os valores fundamentais da vida democrática, como a igualdade e a justiça social.
  • Contribuir com ações e reflexões entre os educadores do CPAS, a fim de sensibilizar a equipe sobre o papel de cada um enquanto GENTE QUE FAZ A PAZ.
  • Desenvolver ações voltadas à conscientização da Cultura de Paz, propondo reflexões sobre o sentimento que leva os seres humanos a se auxiliarem mutuamente.

Faça o download do Programa da Semana de Paz.

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Redes de varejo e serviços “descobrem” favela

Empresas voltam as atenções para bairros de menor renda, como Paraisópolis, em SP, em busca da classe consumidora emergente

Acordos como o feito pela concessionária de energia em SP permitem que moradores comprovem endereço e tenham acesso ao crédito

JULIO WIZIACK
DA REPORTAGEM LOCAL

Paraisópolis, a favela mais extensa de São Paulo, está em processo de transformação, turbinada pelo aumento da renda, do emprego e do crédito. Entre 2006 e este ano, a região não só viu baixar em dois pontos percentuais o número de moradores miseráveis -hoje são 8% do total- como se tornou um pólo comercial na mira de algumas das mais importantes redes varejistas do país.

A Casas Bahia, que já fazia entregas nas ruas de Paraisópolis, concluiu a construção de uma loja que tem porte similar ao da unidade de Santo Amaro, uma das mais movimentadas do grupo. Segundo o presidente da associação de moradores, Gilson Rodriguez, ela abrirá no próximo mês e contará com 60 funcionários. “Essa loja não ficará devendo para nenhuma filial do grupo”, diz. Ainda segundo Rodriguez, a Marabraz é outra que abrirá loja na região.

Os cerca de 80 mil moradores, que se concentram numa área de quase 800 mil metros quadrados e 17,7 mil domicílios, também contarão com duas agências bancárias. Pela primeira vez, desde a fundação de Paraisópolis, há quase cinco décadas, será possível efetuar qualquer transação financeira na própria comunidade. O Bradesco confirmou a abertura da sua agência até o fim do ano. A Caixa Econômica Federal também se comprometeu com a associação dos moradores em montar a sua. Quando tinha posto de atendimento no local, fechado há alguns meses, a média de visitas era de 400 por dia.

A Porto Seguro passou a colocar nas ruas da comunidade um quiosque itinerante para a comercialização de seguros de vida e, mais recentemente, previdência privada. Nesse período, foram vendidas 1.500 apólices, 80% com prêmios de R$ 10 mil, ao custo de R$ 4 por mês.

“A assistência funerária para a família do segurado contou muito para a venda desse produto, mas os moradores já começam a entendê-lo como uma forma de poupança”, diz Flávia Meira, promotora da seguradora. Porém, a operação ainda não tem fôlego comercial para assegurar uma agência no local.

Operadoras de TV paga também estão chegando. A Sky começou, há duas semanas, as vendas de seu pacote pré-pago por meio de um parceiro que monta um posto móvel na área. “E vamos repetir essa experiência em outros bairros de baixa renda”, afirma Agricio Neto, vice-presidente de marketing e programação.

A Embratel também está de olho na emergência das classes D e E para a C. Contratou cerca de 600 agentes para venderem o Livre.com em bairros mais pobres. Estimativas da operadora mostram que há 24 milhões de domicílios de baixa renda sem telefone fixo no país. Guilherme Zattar, diretor-executivo de negócios, diz que Paraisópolis é o piloto de um teste para a venda do Livre.com, que, por R$ 39,90, oferece serviço de voz e banda larga na velocidade de 144 Kbps (três vezes mais rápido que o acesso discado). “O produto esgotou na região”, afirma. “Se tivéssemos mais, teríamos vendido.”

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Regularizada, Favela de Paraisópolis tem imóvel de 4 suítes a R$ 200 mil

Ocupação está em obras, com investimentos de R$ 300 milhões de governos municipal, estadual e federal

Diego Zanchetta

No fevereiro chuvoso de 1980, o jovem casal Maria da Penha, de 28 anos, e Antonio dos Santos, de 25, era mais uma pobre família de migrantes que acabara de chegar à Favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo. Em um barraco de dois cômodos com chão de terra, eles iniciaram com os três filhos pequenos um futuro incerto na ocupação que crescia nos arredores de bairros nobres. “Nos temporais, a água entrava dentro de casa e arrastava o esgoto que corria pela rua. Era um desespero. Ninguém sabia até quando poderíamos morar ali”, relembra Penha, hoje com 56 anos.

Quase três décadas se passaram e o casal continua em Paraisópolis. Agora, em uma casa de 17 cômodos com escritura, avaliada em R$ 202 mil por corretores que já trabalham no bairro e com valor venal de R$ 130 mil. A residência de três andares e um subsolo tem quatro suítes, escada de madeira imbuia em estilo colonial, portão eletrônico, três salas e garagem para quatro carros. Além de o imóvel estar em um dos 192 lotes da ocupação regularizados pelo governo municipal desde 2006, um advogado do casal procurou os portugueses donos da área para acertar a transferência do terreno em cartório.

“Se eu quiser ir para o interior e ter uma vida mais sossegada, já posso vender o imóvel”, comemora Seu Toninho, de 53, mestre de obras que trabalhou anos como motorista particular do humorista Carlos Alberto de Nóbrega. A mulher, merendeira da rede municipal de ensino, vende bolos requisitados por abastados do Morumbi.

Dona Penha e Seu Toninho não são os únicos na segunda maior favela de São Paulo a conseguirem a posse da casa onde moraram por anos sem regularização. A propagação de ações por usucapião e as obras de urbanização em Paraisópolis fizeram com que imóveis até então sem nenhum valor jurídico, construídos em área particular, adquirissem preços de bairro. “As primeiras ações por usucapião que nós demos entrada em 1995 estão saindo agora. Mais de cem famílias conseguiram o usucapião desde 2006”, afirma o advogado Gilberto Tejo de Figueiredo, que presta assistência jurídica na favela.

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Saturadas, favelas se verticalizam em SP

Embora não haja mais espaço para construir, população desses locais aumentou; “predinhos” são o retrato do fenômeno

Crescimento populacional nas favelas foi 660% maior que o de SP entre 2000 e 2007, mas área total que elas ocupam na cidade caiu

Caio Guatelli/Folha Imagem

Meninas em favela da Vila Nilo, na zona norte; ao fundo, um “predinho”

TALITA BEDINELLI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Quando a dona-de-casa Alaíde Souza, 62, se mudou para a favela de Paraisópolis (zona sul de SP), no final dos anos 60, via de sua janela um imenso matagal. Nesses 40 anos, ela acompanhou a construção de inúmeros barracos de madeira, que se transformaram em casas de alvenaria e, pouco a pouco, ganharam novos andares. Hoje, Alaíde vê uma favela vertical.

Paraisópolis, que é a maior favela em área da cidade (com 0,8 km2, quase metade do distrito da Sé), passa por um fenômeno que os urbanistas chamam de adensamento urbano: já não há mais espaço para construir, mas a população continua a aumentar.

O fenômeno não é exclusivo de lá: as favelas da cidade passaram por um crescimento populacional 660% maior do que a média de São Paulo entre 2000 e 2007. No período, o número de habitantes na cidade aumentou 0,55% ao ano, segundo a Fundação Seade; o das pessoas que vivem em favelas, 4,18%, segundo o CEM (Centro de Estudos da Metrópole) e o site Habi-SP (um banco de dados inédito da Secretaria de Habitação sobre as favelas da cidade, lançado neste ano).

O dado é contestado pela secretaria porque o CEM se baseia no censo do IBGE, com metodologia diferente da do Habi-SP. Contudo, urbanistas, como Suzana Pasternak, professora de urbanização da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo) da USP, concordam com a comparação.

Apesar de a secretaria não ter dados exatos, a superintendente de Habitação Popular, Elisabete França, admite que o aumento foi maior nas favelas. “A população da favela cresce mais porque o número de filhos que eles têm é maior.”

As favelas têm 65 mil habitantes por km2 em SP -no distrito da Bela Vista, com a maior densidade da capital, há 23 mil pessoas por km2.

Embora com mais gente, a área que as favelas ocupam caiu: eram 28 km2 em 2003, contra 23 km2 em 2007, segundo a secretaria. Isso levou a um aumento “preocupante” da densidade demográfica delas, na opinião de Pasternak.

“Quando as casas são muito próximas, a circulação de ar não é muito eficaz. Um adensamento forte é um convite para doenças contagiosas”, diz.

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Rapper Ja Rule visita jovens de Paraisópolis, diz Mônica Bergamo

Durante sua passagem pelo Brasil, o rapper norte-americano Ja Rule visitará, amanhã (8), 300 jovens atendidos pelo hospital Albert Einstein no bairro de Paraisópolis, em São Paulo.

Gary He/AP
Rapper norte-americano Ja Rule visitará cerca de 300 jovens carentes do bairro de Paraisópolis
Rapper norte-americano Ja Rule visitará 300 jovens carentes do bairro de Paraisópolis

A informação é da coluna Mônica Bergamo, publicada na Folha desta segunda-feira (7). O conteúdo completo da coluna está disponível apenas para assinantes do UOL e da Folha.

Segundo Bergamo, Ja Rule, que é ligado à uma ONG nova-iorquina voltada a crianças carentes, pretende, no programa, realizar uma troca de experiências com os jovens.

No programa da visita do rapper estão incluídas apresentações de capoeira, percussão e hip hop.

Recentemente, Ja Rule havia demonstrado interesse em criar uma parceria musical com a cantora Claudia Leitte. Por problemas de agenda, o projeto foi cancelado.

Da Folha de 07 de Junho