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	<title>Paraisópolis &#187; Educação</title>
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		<title>Rúgbi: sonho de ouro em Paraisópolis</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 14:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Do Estadão 06/09/2010
Modalidade, que fará parte das disputas da Olimpíada do Rio, tem também função social em favela paulista
O campo Palmeirinha, no coração da favela de Paraisópolis, não é apenas dos fãs de futebol. Três vezes por semana, meninos e meninas de 8 a 17 anos participam de um projeto de inclusão social que tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100906/not_imp605829,0.php">Estadão 06/09/2010</a></p>
<blockquote><p><em>Modalidade, que fará parte das disputas da Olimpíada do Rio, tem também função social em favela paulista</em></p>
<p>O campo Palmeirinha, no coração da favela de Paraisópolis, não é apenas dos fãs de futebol. Três vezes por semana, meninos e meninas de 8 a 17 anos participam de um projeto de inclusão social que tem no rúgbi seu fundamento. Os amigos Fabricio Kobashi de Faria e Maurício Alexandre Pérez Dragui, idealizadores do projeto, desde 2004 tentam transformar a vida dos jovens e fazer um pouco para mudar a realidade local. &#8220;Falta tudo para essas pessoas. Qualquer coisa oferecida que seja atrativa tem público&#8221;, conta Fabricio.</p>
<p>Os dois praticam o esporte que ainda tenta se popularizar no País. Será uma das modalidades dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, mas o foco do Instituto Rugby para Todos é educacional.</p>
<p>&#8220;Temos 150 crianças atualmente, das quais metade são meninas. Para fazer a matrícula tem de chegar aqui com os pais ou com um responsável. E a cada semestre fazemos reunião geral com os alunos e a família. Nossa proposta é educacional, queremos formar o caráter dessas crianças e passar bons valores&#8221;, explica Fabricio.</p>
<p>O projeto colhe bons frutos, mas nem sempre foi assim. No começo houve muita dificuldade. &#8220;Foi engraçado que chegamos aqui em Paraisópolis em um evento de Dia das Mães. Na beira do campo tinha um boi amarrado, que era o prêmio para o torneio de futebol. Conversamos e liberaram o campo para a gente fazer os treinos.&#8221; A dupla passou a divulgar o projeto nas oito escolas do bairro e na primeira aula apareceram 70 pessoas. &#8220;A gente entrava na sala de aula com uma bola de rúgbi, fazia exposição de camisas.&#8221;</p>
<p>O marketing deu certo. O esporte caiu no gosto da criançada de uma forma inesperada. &#8220;É um esporte instintivo, que usa velocidade e força. Exige uma certa agressividade, mas controlada. Aqui eles não têm medo do contato, só temos de ensiná-los a dosar. Costumo dizer que o rúgbi é um esporte de animais praticado por cavalheiros. É muito disciplinado e jogado em equipe.&#8221;</p>
<p>Estrutura. Desde que o projeto começou o campo melhorou bastante, mas continua sendo de terra. No tempo seco, sobe uma poeira danada. Todas as crianças têm acesso a psicólogo, preparador físico e pedagogo. Além do lanche, um sanduíche de presunto e queijo e suco. &#8220;Ficamos um ano e meio de forma bem precária, sem água, lanche e com poucos voluntários. Agora recebemos R$ 400 mil por ano do Fumcad, mas infelizmente não conseguimos remunerar os profissionais do jeito que a gente gostaria.&#8221;</p>
<p>Apesar da melhoria na estrutura, o projeto não tem como manter os jovens que começam a despontar. Assim, a partir dos 15 anos, caso alguém queira se dedicar mais à modalidade, é prontamente encaminhado a um clube parceiro. &#8220;Tentamos garantir o mínimo para que o jovem possa treinar. Às vezes, nem dinheiro para o transporte ele tem&#8221;, diz Fabrício.</p>
<p><strong>ESPORTE E EDUCAÇÃO</strong></p>
<p><strong>FABRICIO K. DE FARIA</strong><br />
Idealizador do projeto</p>
<p>&#8220;Falta tudo para estas pessoas. Qualquer coisa oferecida que seja atrativa vai ter público. A proposta é educacional, queremos formar o caráter dessas crianças.&#8221; </p></blockquote>
<p>Veja fotos do <a href="http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/rugbi-em-paraisopolis/">Blog Olhar Sobre o Mundo do Estadão</a></p>
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		<title>Vem aí a V Mostra Cultural de Paraisópolis</title>
		<link>http://paraisopolis.org/vem-ai-a-v-mostra-cultural-de-paraisopolis/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 18:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em 2006 o grupo de gestores de Paraisópolis, idealizou a I Mostra Cultural de Paraisópolis, com o intuito de estimular o processo ensino-aprendizagem  e envolver culturalmente a comunidade, além garantir  a integração das escolas e organizações sociais.
Este evento foi um verdadeiro sucesso!
Podemos afirmar que atingimos  os objetivos elencados, pelos resultados positivos nos anos anteriores.
Acompanhe o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/MOSTRA-CULTURAL-V-1.jpg" alt="" width="560" height="193" /></p>
<p>Em 2006 o grupo de gestores de Paraisópolis, idealizou a I Mostra Cultural de Paraisópolis, com o intuito de estimular o processo ensino-aprendizagem  e envolver culturalmente a comunidade, além garantir  a integração das escolas e organizações sociais.</p>
<p>Este evento foi um verdadeiro sucesso!</p>
<p>Podemos afirmar que atingimos  os objetivos elencados, pelos resultados positivos nos anos anteriores.</p>
<p>Acompanhe o quadro evolutivo:<br />

<table id="wp-table-reloaded-id-11-no-2" class="wp-table-reloaded wp-table-reloaded-id-11">
<thead>
	<tr class="row-1 odd">
		<th class="column-1">Data</th><th class="column-2">Evento</th><th class="column-3">Tema</th><th class="column-4">Total de entidades participantes</th><th class="column-5">Local</th><th class="column-6">Visitantes</th>
	</tr>
</thead>
<tbody>
	<tr class="row-2 even">
		<td class="column-1">25/11/2006</td><td class="column-2">I Mostra Cultural</td><td class="column-3">Livre</td><td class="column-4">9</td><td class="column-5">E.E. Profª Mª Zilda  Gamba Natel</td><td class="column-6">4500</td>
	</tr>
	<tr class="row-3 odd">
		<td class="column-1">22/09/2007</td><td class="column-2">II Mostra Cultural</td><td class="column-3">Matemática</td><td class="column-4">10</td><td class="column-5">EMEF Dom Veremundo Toth</td><td class="column-6">5376</td>
	</tr>
	<tr class="row-4 even">
		<td class="column-1">08/11/2008</td><td class="column-2">III Mostra Cultural</td><td class="column-3">Livre</td><td class="column-4">16</td><td class="column-5">E.E. Profª Mª Zilda  Gamba Natel /E.E. Profª Etelvina de Góes Marcucci</td><td class="column-6">5671</td>
	</tr>
	<tr class="row-5 odd">
		<td class="column-1">07/11/2009</td><td class="column-2">IV Mostra Cultural</td><td class="column-3">Tradições: Resgate de raízes</td><td class="column-4">19</td><td class="column-5">CEU Paraisópolis</td><td class="column-6">6248</td>
	</tr>
</tbody>
</table>
</p>
<p>No dia <strong>28 de agosto</strong> deste respectivo ano, estaremos realizando a <strong>V Mostra Cultural  no CEU Paraisópolis</strong>. Este evento se realizará das <strong>9h às 16h</strong> e reunirá 23 organizações, além de diversos artistas da comunidade.</p>
<p>Teremos várias atrações. Além das exposições que retratará o tema SONHOS, o público visitante poderá apreciar uma rica programação nos 2 palcos,  destinados para compor diferentes apresentações de alunos e artistas de Paraisópolis.</p>
<p>Os visitantes poderão se beneficiar também, com a palestra “Sonhando o amanhã. O poder da visão do futuro”, que se realizará às 10h.</p>
<p>Às 13h teremos oficinas simultâneas: Contação de  histórias para crianças, Hip Hop para os jovens, Amor exigente para os pais, e Educação para transformação, para educadores.</p>
<p>As 14h30 apreciaremos a abertura do campeonato de Fut sal.</p>
<p>Estamos prevendo um público de cerca de 8000 visitantes neste evento patrocinado, pelo Mosteiro São Geraldo, Einstein, Bovespa e SERASA. E estamos contando com o real apoio da Associação Crescer Sempre e do CEU Paraisópolis.</p>
<p>Como a maioria dos moradores de Paraisópolis, não tem acesso a espaços educativos e culturais, a Mostra Cultural promete garantir diversas opções que poderão ampliar  e estimular o processo ensino-aprendizagem de forma inovadora e significativa.</p>
<p>A comissão organizadora deste evento e as organizações participantes,  terão imenso orgulho em recebê-los.</p>
<p>Não percam!!!</p>
<p><em><strong>Serviço</strong></em><br />
V Mostra Cultural de Paraisópolis<br />
<strong>Local:</strong> CEU Paraisópolis<br />
<em>Rua Doutor José Augusto Souza e Silva, s/nº – Jardim Parque Morumbi – São Paulo/SP</em><br />
<strong>Data:</strong> 28/08/2010 das 09hs às 16hs</p>
<p><strong>Contato:</strong> <a href="mailto:mostracultural@paraisopolis.org">mostracultural@paraisopolis.org</a></p>
<p><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/titulo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2168" title="titulo" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/titulo.jpg" alt="" width="600" height="95" /></a><br />
<a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2164" title="1" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/1.jpg" alt="" width="476" height="576" /></a><br />
<a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2164" title="1" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/2.jpg" alt="" width="476" height="576" /></a><br />
<a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/4.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2164" title="1" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/4.jpg" alt="" width="476" height="576" /></a><br />
<a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/3.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2164" title="1" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/3.jpg" alt="" width="476" height="576" /></a></p>
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		<title>R$ 4 milhões para a alfabetização de jovens e adultos de Paraisópolis</title>
		<link>http://paraisopolis.org/noite-de-r-4-milhoes-para-paraisopolis/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 01:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Do Estadão.com.br
Paulo Sampaio
No palco do Buddah Bar, na Daslu, Wanderley Nunes afofa o cabelo da  primeira-dama, Marisa Letícia, e comenta em tom de confidência com a  plateia de socialites: “Essa mulher maravilhosa, gente, vive me  perguntando se o cabelo dela está bom. O que vocês acham?” “Estáá!”,  dizem todos, entre aplausos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do Estadão.com.br</p>
<blockquote><p><em><strong>Paulo Sampaio</strong></em></p>
<p>No palco do Buddah Bar, na Daslu, Wanderley Nunes afofa o cabelo da  primeira-dama, Marisa Letícia, e comenta em tom de confidência com a  plateia de socialites: “Essa mulher maravilhosa, gente, vive me  perguntando se o cabelo dela está bom. O que vocês acham?” “Estáá!”,  dizem todos, entre aplausos e gritos. Dona Marisa olha para Wanderley  aliviada.</p>
<p>O cabeleireiro reuniu anteontem a nata da sociedade num leilão em  benefício da Escola do Povo, programa de alfabetização para moradores da  Favela Paraisópolis, no Morumbi. Com cerca de 100 mil habitantes, a  favela é a segunda maior de São Paulo. Dona Marisa é chamada ao palco na  hora em que vão leiloar um terno feito por Ricardo Almeida para o  presidente Lula. O lance inicial é de R$ 100 mil. Eike Batista, o homem  mais rico do Brasil, o arremata por R$ 500 mil. Ricardo Almeida pergunta  aos repórteres: “Vocês anotaram direito? São R$ 500 mil”.</p>
<p>Eike Batista parece disposto a mostrar que sabe usar o dinheiro: pele  muito lisa, cabelos subitamente abundantes, ele está sentado ao lado de  dona Marisa e é o milionário que mais levanta a mão durante a noite.  Leva desde kit de cozinha (R$ 100 mil) até o Rolex do Faustão (R$ 80  mil). Assim como Madonna, Eike defende que a solução para o problema de  alfabetização no Brasil são “aulas de autoestima”. “Eu mesmo gostaria de  ter essas aulas… Se bem que não preciso, eu já cheguei lá”, diz ele,  sob o franjão “imexível”.</p>
<p>Lu Barbosa, assessora de imprensa do empresário Alessandro Corona,  dono da Tricosalus Clinics, de tratamento capilar, diz que, sim, Eike é  cliente. Os dois empresários ficam lado a lado na mesa. A organização  passa um DVD feito na favela. A plateia parece dispersiva. Muitos  conversam. “Pssh!”, faz alguém.</p>
<p>Entre outras raridades, foram doados para o leilão o banco do  programa A Praça é Nossa, as abotoaduras do cantor Agnaldo Rayol e o  chapéu autografado do sertanejo Sérgio Reis. O prefeito Gilberto Kassab  mandou uma tela a óleo do Anhangabaú, assinada por Cristiane Carbone.  Até chegar aos itens mais disputados, como a guitarra assinada por Mick  Jagger, as roupas de Jesus Luz e as camisas da seleção autografadas por  Kaká, Ronaldo e Pelé, o leiloeiro passa por um mau pedaço.</p>
<p>“Vai aí, amigo!? Olha a preciosidade (abotoadura de Agnaldo Rayol)!  Quem vai!? Na loja custa R$ 6 mil; aqui, só R$ 4 mil! A causa é nobre! O  primeiro passo da inserção é a educação! Vai!?”, diz Luiz Fernando  Dutra, à beira do desespero. Ninguém leva.</p>
<p>Wanderley percebe que “o negócio está meio lento” e abaixa o lance  inicial: “Quem der R$ 3,5 mil, leva!” Nada. Tom Cavalcante é chamado  para ajudar a anunciar um par de tênis e a bola de basquete de Oscar  Schmidt. “Pensa naquelas dez bolsas Hermès que vocês têm em casa! Vamos,  quem vai!?”, diz Tom.</p>
<p>Chico Pinheiro, apresentador do leilão, emenda palavras bonitas sobre  a iniciativa. “Mandou bem, Chico! Falou com o coração!”, elogiam.  Aplausos. As socialites estão muito emocionadas. Uma repórter de TV  pergunta a Beth Szafir qual seu sentimento em relação aos jovens de  Paraisópolis. Beth ajeita o casacão de visom Dior e diz: “Dá pena, muita  pena”. O empresário José Carlos Semenzato, que rivalizou com Eike nos  lances pelo terno de Lula, afirma no palco que tem um bom motivo para  ajudar as “classes C e D”. “Se a gente investir na alfabetização dessas  pessoas, vamos economizar muito em segurança para nossos filhos e  netos”.</p>
<p>Por sua vez, a joalheira mineira Ana Paula Carneiro, que arrematou  por R$ 6 mil um vestido de Hebe Camargo, diz que quer “muito, muito  mesmo” ir a Paraisópolis. Ana Paula está com uma bolsa Hermès de couro  de crocodilo com fecho de ouro que, alguém diz, custa US$ 80 mil.  “Imagina! Paguei US$ 33 mil!” Wanderley receia que o ritmo do leilão  esteja devagar de novo e dá uma ajudinha: “Vamos bater a carteira de  quem agora?” Em um “gesto lindo”, de acordo com os apresentadores (agora  são muitos, embolados no palco), o diretor de um banco doa R$ 40 mil.</p>
<p>O presidente da União dos Moradores de Paraisópolis, Gilson  Rodrigues, diz que nunca recebeu doação tão grande. Resolveu que vai  eleger dona Marisa a “presidente de honra” do Escola do Povo. De acordo  com Sílvia Fattiola, que coopera com Rodrigues, foram arrecadados R$  2,133 milhões. Antes, claro, de Eike Batista se superar em sua  generosidade e dobrar esse valor, totalizando R$ 4,266 milhões.</p>
<p><strong>Ninguém quis</strong></p>
<p>Chapéu e berrante<br />
Autografados por Sérgio Reis, tiveram lance inicial de R$ 3 mil, mas ninguém comprou.</p>
<p>Abotoaduras<br />
De ouro com brilhantes e safira, doadas pelo cantor Agnaldo Rayol, tinham lance mínimo de R$ 3 mil.</p>
<p>Quadro<br />
O quadro luminoso doado por Luciano Huck não recebeu nenhum lance. O preço inicial era de R$ 8 mil.</p>
<p>Vestido<br />
Adriane Galisteu doou um vestido de André Lima, mas a peça, a R$ 2 mil, não despertou interesse da plateia.</p></blockquote>
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		<title>Leilão em prol da Escola do Povo</title>
		<link>http://paraisopolis.org/leilao-em-prol-da-escola-do-povo/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 17:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/convite.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2130" title="convite" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/convite.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		</item>
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		<title>Inauguração da Rádio Comunitária Nova Paraisópolis FM</title>
		<link>http://paraisopolis.org/inauguracao-da-radio-comunitaria-nova-paraisopolis-fm/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 03:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos, a comunidade de Paraisópolis se viu diante da necessidade de garantir o direito à comunicação. Ter conhecimento sobre a realidade local e atuar sobre ela, se tornou cada vez mais evidente diante do processo que a região vive.
A União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis sempre esteve à frente da luta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, a comunidade de Paraisópolis se viu diante da necessidade de garantir o direito à comunicação. Ter conhecimento sobre a realidade local e atuar sobre ela, se tornou cada vez mais evidente diante do processo que a região vive.</p>
<p>A União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis sempre esteve à frente da luta pela democratização da informação. Foram mais de dez anos nos quais as diferentes gestões que dirigiram a União defenderam o direito da comunidade exercer a liberdade de expressão.</p>
<p>No próximo dia 06 de agosto, realizaremos a inauguração da Rádio Nova Paraisópolis 87,5FM. Esta data marcará o início de uma nova etapa para a comunidade. Que, através deste veículo de comunicação, terá condições de propiciar aos moradores o acesso à informação, cultura, educação, lazer e entretenimento.</p>
<p>O evento será realizado na sede da União dos Moradores e do Comércio de Paraisópolis às 9:00h do dia 06 de agosto de 2010.</p>
<p><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/convite_.jpg"><img src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/08/convite_.jpg" alt="" title="_convite_" width="600" height="423" class="alignnone size-full wp-image-2123" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Piores escolas de SP estão em Paraisópolis</title>
		<link>http://paraisopolis.org/piores-escolas-de-sp-estao-em-paraisopolis/</link>
		<comments>http://paraisopolis.org/piores-escolas-de-sp-estao-em-paraisopolis/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 01:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Do R7

Piores escolas de SP estão em Paraisópolis
Segunda maior favela da capital abriga instituições com notas baixas no Ideb 2009
Letícia Casado, do R7
Uma triste coincidência conecta duas das escolas com piores notas no ensino fundamental na cidade de São Paulo: ambas estão na favela de Paraisópolis, na zona sul. Dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/piores-escolas-de-sp-estao-em-paraisopolis-20100713.html">R7</a></p>
<blockquote>
<h3>Piores escolas de SP estão em Paraisópolis</h3>
<h3>Segunda maior favela da capital abriga instituições com notas baixas no Ideb 2009</h3>
<p><em>Letícia Casado, do R7</em></p>
<p><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-vista-aerea-garoto-pipa-julia-chequer.jpg"><img src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-vista-aerea-garoto-pipa-julia-chequer.jpg" alt="" title="paraisopolis-vista-aerea-garoto-pipa-julia-chequer" width="450" height="338" class="alignleft size-full wp-image-2067" /></a>Uma triste coincidência conecta duas das escolas com piores notas no ensino fundamental na cidade de São Paulo: ambas estão na favela de Paraisópolis, na zona sul. Dados do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) divulgados na semana passada mostram que a pior escola municipal do 1º ao 5º ano na capital paulista é a Paulo Freire; na rede estadual, o último lugar do 6º ao 9º ano ficou para o colégio Etelvina de Góes Marcucci.</p>
<p>Paraisópolis é a segunda maior favela da capital e tem quase 100 mil habitantes, segundo a associação de moradores.</p>
<p>A reportagem do <strong>R7</strong> passou um dia na comunidade conversando com os moradores e descobriu que os centros educacionais têm problemas diferentes, mas estão inseridos num círculo vicioso.</p>
<p>s crianças que estudam na Paulo Freire estão tão carentes que algumas chamam os professores de pai ou mãe. O elevador da instituição sempre para de funcionar e causa problemas para os alunos cadeirantes. Há casos de estudantes de dez anos que ameaçam os docentes de morte. Um garoto com deficiência mental conta <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/precariedade-e-violencia-marcam-educacao-em-paraisopolis-20100713.html" target="_blank"><strong>casos de violência cometidos pela mãe</strong></a> quando chega à aula todo machucado. Em compensação, a diretora da instituição, que assumiu neste ano, é muito elogiada por funcionários e pela comunidade.</p>
<p>No caso do <strong><a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/comunidade-de-paraisopolis-rejeita-diretora-de-escola-20100713.html" target="_blank">colégio Etelvina de Góes, sobram críticas para a diretora</a></strong>. Os moradores reclamaram da dificuldade para marcar uma reunião com a coordenadora e criticaram seu comportamento. Além disso, o centro de ensino tem problemas de infraestrutura e partes destruídas pelos próprios alunos. Os banheiros estão em péssimas condições de higiene.</p>
<p>s dificuldades na primeira fase do fundamental se devem ao baixo nível de ensino infantil a que as crianças da favela têm acesso; sem formação adequada, os alunos de seis ou sete anos mal sabem reconhecer uma letra. E, por causa desse atraso, não conseguem acompanhar as exigências dos últimos anos do fundamental.</p>
<p>As baixas notas no Ideb são resultado da soma de todos esses fatores, que se repetem em inúmeras escolas brasileiras. Juntos, a falta de estrutura familiar, o atraso na alfabetização das crianças e a falta de controle sobre os adolescentes, aliados à ausência do poder público em determinadas regiões, levam à perda de comando sobre os estudantes, que, desestimulados, não veem nos estudos uma oportunidade de crescer. Eles esquecem – ou ignoram &#8211; que este é o caminho para sair da miséria.</p></blockquote>
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		<title>Comunidade de Paraisópolis rejeita diretora de escola</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 01:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Do R7

Comunidade de Paraisópolis rejeita diretora de escola
Colégio Etelvina de Góes Marcucci teve a pior nota no ranking do Ideb, de 2,6 pontos
Letícia Casado, do R7
A diretora do colégio Etelvina de Góes Marcucci, Sofia Elena Baccari, é acusada de ser agressiva por alguns membros da comunidade de Paraisópolis
A curva acentuada da rua Dr. José Carlos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/comunidade-de-paraisopolis-rejeita-diretora-de-escola-20100713.html">R7</a></p>
<blockquote>
<h3>Comunidade de Paraisópolis rejeita diretora de escola<br />
Colégio Etelvina de Góes Marcucci teve a pior nota no ranking do Ideb, de 2,6 pontos</h3>
<p><em>Letícia Casado, do R7</em></p>
<div id="attachment_2063" class="wp-caption alignleft" style="width: 460px"><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-etelvina-diretora-sonia-julia-chequer.jpg"><img class="size-full wp-image-2063" title="paraisopolis-etelvina-diretora-sonia-julia-chequer" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-etelvina-diretora-sonia-julia-chequer.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">A diretora do colégio Etelvina de Góes Marcucci, Sofia Elena Baccari, é acusada de ser agressiva por alguns membros da comunidade de Paraisópolis</p></div>
<p>A curva acentuada da rua Dr. José Carlos Piza é ponto de encontro do fim da favela de Paraisópolis, a segunda maior de São Paulo, com o luxuoso bairro do Morumbi. É por ali que está o colégio Etelvina de Góes Marcucci. A instituição teve a <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/piores-escolas-de-sp-estao-em-paraisopolis-20100713.html"><strong>pior nota no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) </strong></a>para a segunda fase do ensino fundamental (6º ao 9º ano). O indicador mede a qualidade do ensino no Brasil e foi divulgado na semana passada pelo MEC (Ministério da Educação).</p>
<p>O caso do colégio é emblemático não apenas pela pior colocação no ranking, mas pelo mal-estar que envolve a comunidade de Paraisópolis e a dirigente da instituição, Sofia Elena Baccari. A escola estadual Etelvina divide o muro com outra instituição, a Maria Zilda Gamba Natel – que também pertence à rede do Estado. Na avaliação do Ideb, a Etelvina teve nota 2,6 e a Maria Zilda, 3,8. A escala vai de zero a dez. A melhor nota desse grupo ficou para a escola de Aplicação da USP (Universidade de São Paulo), com nota 6,2, mais que o dobro do resultado do Etelvina.</p>
<p>Alunos e moradores atribuem à direção das escolas de Paraisópolis as diferenças no rendimento dos estudantes. Dizem que o Maria Zilda “é aberto”, desde sua entrada até a coordenação, enquanto o Etelvina “parece uma prisão, cheio de cadeados nas portas”. De fato, quando a reportagem esteve no local, o primeiro tinha portas abertas e funcionários na rua, e o segundo, apenas uma janela para a secretaria.</p>
<p>A diretora Sofia Elena diz não saber por que a escola teve uma nota tão ruim na avaliação do governo. Ao <strong>R7</strong>, se eximiu da culpa pelo baixo rendimento de seus pupilos e alegou que permaneceu afastada do centro de ensino por oito meses, entre o fim de 2008 e o segundo semestre de 2009. Por isso, segundo ela, não poderia fazer uma análise sobre o mau desempenho dos alunos.</p>
<p>O afastamento foi resultado de uma pressão feita pela Associação de Moradores de Paraisópolis. A ex-aluna Elizandra de Oliveira Cerqueira diz que a entidade fez um pedido para a retirada definitiva da dirigente, mas conseguiu por apenas seis meses. A diretora confirma e diz que juntou a esse tempo outros dois meses de licença-prêmio. Mesmo assim, isso não justifica o desempenho dos estudantes, pois na outra edição do Ideb, em 2007, a nota do colégio foi 2,9. Ela já era diretora do Etelvina na época da avaliação. Agora, a nota caiu ainda mais.</p>
<p><strong>Denúncias</strong></p>
<p>Sofia Elena é descrita como uma pessoa agressiva. Há relatos de que teria retirado à força do colégio uma aluna que estava atrasada para a aula. Djenny Teixeira de Jesus conta ter visto a confusão.</p>
<p>- A única coisa que vi foi ela [Sofia Elena] segurando o braço de uma aluna, que por isso empurrou ela.</p>
<p>A dirigente nega esta e todas as outras acusações.</p>
<p>- Nem tenho força para isso. O máximo que poso fazer é chamar a polícia. Jamais faria isso.</p>
<p>Sofia Elena diz que os estudantes do Etelvina são difíceis de lidar, e que “<strong><a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/precariedade-e-violencia-marcam-educacao-em-paraisopolis-20100713.html">tem aluno que ameaça e cospe em professor</a></strong>”. Para Djenny, a diretora é “arrogante”.</p>
<p>- Já discuti com ela por me acusar de cabular aula.</p>
<p>A Associação de Moradores acusa a coordenadora de ter ignorado uma proposta de parceria com uma entidade financeira, que ofereceria bolsas de estudos para alguns alunos. A diretora diz que nem ficou sabendo do projeto.</p>
<p>A Secretaria de Educação do Estado não soube dizer qual o período exato do afastamento da diretora. Em nota, diz que apurou as denúncias feitas pelos moradores e transmitidas pela reportagem, e que nada foi comprovado. Quanto ao rendimento da escola no Ideb, o governo se comprometeu a oferecer aulas de reforço nas disciplinas de matemática e português.</p></blockquote>
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		<title>Precariedade e violência marcam educação em Paraisópolis</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 01:16:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[DO R7

Precariedade e violência marcam educação em Paraisópolis
Material destruído e falta de respeito aos professores marcam a educação no local
Letícia Casado, do R7
Djenny Teixeira de Jesus passa frio dentro da sala de aula; vidros da janela foram arrebentados
Carteiras pichadas, janelas com vidros quebrados pelos estudantes, banheiros em péssimas condições de uso e falta de autoridade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>DO <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/precariedade-e-violencia-marcam-educacao-em-paraisopolis-20100713.html">R7</a></p>
<blockquote>
<h3>Precariedade e violência marcam educação em Paraisópolis</h3>
<h3>Material destruído e falta de respeito aos professores marcam a educação no local</h3>
<p><em>Letícia Casado, do R7</em></p>
<div id="attachment_2059" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-etelvina-aluna-djenny-julia-chequer.jpg"><img class="size-full wp-image-2059" title="paraisopolis-etelvina-aluna-djenny-julia-chequer" src="http://paraisopolis.org/wp-content/uploads/2010/07/paraisopolis-etelvina-aluna-djenny-julia-chequer.jpg" alt="" width="300" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Djenny Teixeira de Jesus passa frio dentro da sala de aula; vidros da janela foram arrebentados</p></div>
<p>Carteiras pichadas, janelas com vidros quebrados pelos estudantes, banheiros em péssimas condições de uso e falta de autoridade que imponha controle sobre os jovens. Os alunos do colégio <strong><a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/comunidade-de-paraisopolis-rejeita-diretora-de-escola-20100713.html">Etelvina de Góes Marcucci</a></strong>, na favela de Paraisópolis, zona sul de São Paulo, quase nunca vão à aula na sexta-feira e os pais reclamam que os professores liberam as crianças antes do horário oficial durante a semana.</p>
<p>A instituição teve a <a href="http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/piores-escolas-de-sp-estao-em-paraisopolis-20100713.html"><strong>pior nota no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)</strong></a>, de 2,6 pontos em uma escala de zero a dez, entre os alunos do segundo fundamental (6º ao 9º ano). O indicador mede a qualidade do ensino no Brasil e foi divulgado na semana passada pelo MEC (Ministério da Educação). A escola de Aplicação da USP ficou em primeiro lugar no ranking estadual para este nível escolar, com nota 6,2.</p>
<p>O descaso com o espaço comum afeta a concentração dos adolescentes, que sentem os danos do material destruído. Djenny Teixeira de Jesus cursa o 3º colegial e está decepcionada com a escola. Ela conta que passa frio dentro da sala de aula durante o inverno porque alguns vidros da janela foram arrebentados pelos próprios estudantes.</p>
<p>A garota de 18 anos se sente insegura no local onde deveria estar protegida para aprender. O uso do uniforme na Etelvina não é obrigatório e não existe nenhum tipo de identificação do aluno na entrada.</p>
<p>- Qualquer pessoa pode entrar na escola.</p>
<p>A reportagem pode conferir que alguns banheiros estavam quebrados. Em um deles, ao abrir a torneira, a água caiu diretamente no chão por baixo da pia, diretamente no pé. Em outro, não havia água.</p>
<p>A Secretaria de Educação do Estado afirmou que a escola vai propor “atividades de valorização do patrimônio público e de aproximação da comunidade”, como uma das medidas para melhorar o nível escolar e aumentar a nota do Ideb. Além disso, planeja oferecer aulas de reforço em português e matemática.</p>
<p><strong>Crianças</strong></p>
<p>O estilo agressivo dos adolescentes do Etelvina de Góes é conseqüência de outro problema que começou bem mais cedo: a violência no entorno. Em Paraisópolis também está a escola municipal Paulo Freire, que teve a nota mais baixa entre as da rede para o ensino da primeira fase do fundamental (1º ao 5º ano). O resultado ficou em 3,1 pontos. A reportagem solicitou entrevista com a diretoria da instituição, mas não obteve retorno.</p>
<p>A violência também marca o cenário por lá. Uma pessoa ligada aos educadores da Paulo Freire conversou com a reportagem sob a condição de anonimato e disse que é notável admiração por traficantes e bandidos entre os pequenos. E citou o caso de uma criança da 3ª série do fundamental que já ameaçou um professor de morte.</p>
<p>- O que eles vêem durante a noite [tráfico de drogas] acontece ao ar livre nos finais de semana. Isso afeta na formação da pessoa.</p>
<p>O contexto extremamente negativo e as más referências que dominam o dia a dia desses brasileiros em Paraisópolis mostra que vai levar bem mais tempo do que o governo imaginou para alavancar o Ideb da região. O plano é que o Etelvina de Góes tivesse conseguido nota 3,0 em 2009, e o Paulo Freire, 4,2.</p></blockquote>
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		<title>Bono do U2 doa boné para leilão em prol da Escola do Povo</title>
		<link>http://paraisopolis.org/bono-do-u2-doa-bone-para-leilao-em-prol-da-escola-do-povo/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 22:16:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Da Folha de São Paulo
Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP
LÍGIA MESQUITA
DE SÃO PAULO
O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo.
O líder da banda irlandesa escreveu a dedicatória &#8220;Amor e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/763015-bono-do-u2-doa-bone-para-leilao-em-prol-de-projeto-em-favela-de-sp.shtml">Folha de São Paulo</a></p>
<blockquote><p><strong>Bono do U2 doa boné para leilão em prol de projeto em favela de SP</p>
<p>LÍGIA MESQUITA<br />
DE SÃO PAULO</strong></p>
<p>O cantor Bono, do U2, doou um boné verdepara o leilão em prol de um projeto de alfabetização na favela de Paraisópolis, em São Paulo.</p>
<p>O líder da banda irlandesa escreveu a dedicatória &#8220;Amor e Pizza&#8221; no chapéu.</p>
<p>O evento beneficente, que acontecerá em agosto, em São Paulo, está sendo organizado por Wanderley Nunes, cabeleireiro do presidente Lula, da primeira-dama Marisa Letícia e de artistas como Claudia Raia e Rodrigo Santoro.</p>
<p>Wanderley conheceu Bono durante a turnê do U2 no Brasil, em 2006.</p>
<p>O cabeleireiro acompanhou o cantor em uma visita ao presidente Lula.</p>
<p>O lance mínimo pela peça deverá ser de R$ 10 mil.</p></blockquote>
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		<title>Reunião Subgrupo de comunicação e marketing da V Mostra Cultural de Paraisópolis &gt; Associação Crescer Sempre</title>
		<link>http://paraisopolis.org/reuniao-subgrupo-de-comunicacao-e-marketing-da-v-mostra-cultural-de-paraisopolis-associacao-crescer-sempre/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joildo Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[[ 08/06/2010; 14:30; ] ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[[ 08/06/2010; 14:30; ] ]]></content:encoded>
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